
“As lágrimas não são aquelas que saem dos olhos e rolam pelo rosto mas são aquelas que saem do coração e descem a alma.”
segunda-feira, maio 22, 2006
Um dia de Cada Vez

Imaginàrio

quarta-feira, maio 17, 2006
Uma Lição de Lealdade

A verdade básica da vida está no que as pessoas pensam e sentem a seu próprio respeito. Ao contrário dos animais, muita gente tenta enganar aos outros e até a si mesmos, sem perceber que agindo assim, só se prejudicam. O homem é o mais inteligente dos seres criados por Deus, mas um cão reconhecido é muito superior a um ser humano falso. O sentido real que se pode encontrar para uma vida feliz é ser honesto e leal com sua própria consciência. É poder deitar a cabeça no travesseiro sem sentir que ficou devendo algo a alguém ou, o que é pior, a si próprio. O que deve vir em primeiro lugar numa pessoa é a verdade consigo mesmo.
As relações de amizade tornam-se mais reais quando as pessoas não mentem a si mesmas, embora a verdade, às vezes, se torne dura de ser aceita.Quanto mais esperta uma pessoa for, mas há de perceber que sendo leal, facilmente conseguirá da vida aquilo que deseja.Todos os animais são o que são, o homem torna-se o que é. Deve conquistar sua essência.O lema de todos deveria ser a sinceridade, a lealdade, a honestidade e o respeito pela natureza.
sexta-feira, maio 12, 2006
Dança Comigo... Este Bolero

Vem.. dança comigo este bolero
Conduz-me suavemente nestes acordes,
estreita-me em teu peito,
cola teu rosto ao meu,
troquemos em sussuros nossas promessas de Amor..!!
Vem.. divide comigo a magia que este bolero provoca,
no compasso destes passos,
deixando desejos à flor da pele,
lábios tãos pertos em sussurros que se calam num doce beijo apaixonado.
Vem, deixemos o compasso nos levar,
na doce magia deste bailar,
cadenciando nossos sentidos nos românticos acordes deste bolero.
Vens..!?!
" Beijaflor "
quarta-feira, maio 10, 2006
O Amor é algo que...

quinta-feira, maio 04, 2006
Conversas...olhares...
Conversas...Olhares...Conversas...
Olhares,
Furtivamente cruzados,
Numa troca de pensamentos,
Como se conversados
Pudessem ser os sentimentos!
Sussurros,
Tão silenciosamente partilhados,
Que fazem nascer sorrisos,
Como segredos murmurados
De conversas e avisos...
Palavras,
Alegremente ditas,
Num fugidio segundo,
Outras, mais tímidas, escritas
No coração, bem fundo!
Conversas,
Que marcam vidas,
Como punhais cravados,
Cicatrizes jamais esquecidas,
De momentos partilhados......
Por olhares, sussurros e palavras!
OLHARES
quarta-feira, maio 03, 2006
Nossos Velhos

Nossos Velhos
Pais heróis e mães rainhas do lar.
Passamos boa parte da nossa existência cultivando estes estereótipos.
Até que um dia o pai herói começa a passar o tempo todo sentado, resmunga baixinho e puxa uns assuntos sem pé nem cabeça.
A rainha do lar começa a ter dificuldade de concluir as frases e dá prá implicar com a empregada.
O que papai e mamãe fizeram para caducar de uma hora para outra?
Fizeram 80 anos.
Nossos pais envelhecem.
Ninguém havia nos preparado para isso.
Um belo dia eles perdem o garbo, ficam mais vulneráveis e adquirem umas manias bobas.
Estão cansados de cuidar dos outros e de servir de exemplo: agora chegou a vez de eles serem cuidados e mimados por nós, nem que para isso recorram a uma chantagenzinha emocional.
Têm muita quilometragem rodada e sabem tudo, e o que não sabem eles inventam.
Não fazem mais planos a longo prazo, agora dedicam-se a pequenas aventuras, como comer escondido tudo o que o médico proibiu.
Estão com manchas na pele.
Ficam tristes de repente.
Mas não estão caducos: caducos ficam os filhos, que relutam em aceitar o ciclo da vida.
É complicado aceitar que nossos heróis e rainhas já não estão no controle da situação.
Estão frágeis e um pouco esquecidos, têm este direito, mas seguimos exigindo deles a energia de uma usina.
Não admitimos suas fraquezas, seu desânimo.
Ficamos irritados se eles se atrapalham com o celular e ainda temos a cara-de-pau de corrigi-los quando usam expressões em desuso: calça de brim? frege? auto de praça?
Em vez de aceitarmos com serenidade o fato de que as pessoas adotam um ritmo mais lento com o passar dos anos, simplesmente ficamos irritados por eles terem traído nossa confiança, a confiança de que seriam indestrutíveis como os super-heróis.
Provocamos discussões inúteis e os enervamos com nossa insistência para que tudo siga como sempre foi.
Essa nossa intolerância só pode ser medo.
Medo de perdê-los, e medo de perdermos a nós mesmos, medo de também deixarmos de ser lúcidos e joviais.
É uma enrascada essa tal de passagem do tempo.
Nos ensinam a tirar proveito de cada etapa da vida, mas é difícil aceitar as etapas dos outros, ainda mais quando os outros são papai e mamãe, nossos alicerces, aqueles para quem sempre podíamos voltar, e que agora estão dando sinais de que um dia irão partir sem nós.
/Marta Medeiros/
quinta-feira, abril 27, 2006
SAUDADES
PORTA ABERTA

Com frio... é porque você tem o cobertor
com alegria...... é porque você tem o sorriso
com lágrimas... é porque você tem o lenço
com versos é... porque você tem a música
com dor é... porque você tem o curativo
com palavras é... porque você tem a audição
com fome é... porque você tem o alimento
com beijos... é porque você tem o mel
com dúvidas... é porque você tem o caminho
com orquestras... é porque você tem a festa
com desânimo... é porque você tem o estímulo
com fantasias... é porque você tem a realidade
com desespero... é porque você tem a serenidade
com entusiasmo... é porque você tem o brilho
com segredos ...é porque você tem a cumplicidade
com tumultos ...é porque você tem a meditação
com confiança ...é porque você tem o azul
com medo.. é porque você tem o amor
Ninguém chega por acaso à VOCÊ!!
Dely Durante Farias
quarta-feira, abril 26, 2006
Cada Momento

sexta-feira, abril 21, 2006
SENTIR

Acordar
quinta-feira, abril 20, 2006
quando querem exprimir qualquer
Assim falham os pensamentos
quando querem exprimir qualquer
Mas, como a realidade pensada não é a dita
Assim a mesma dita realidade existe,
Assim tudo o que existe, simplesmente existe.
O resto é uma espécie de sono
Uma velhice que nos acompanha desde
Webmaster: Bethynha
terça-feira, abril 18, 2006
A DOR
Quando meu dia chegar quero um epitáfio assim:
CARLOS ALBERTO POTOKO
A Morte

quarta-feira, abril 12, 2006
terça-feira, abril 11, 2006
Alma Gemea

Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém
Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas,
Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer,
Você entende que o que para você era amizade, para
Você descobre que algumas pessoas nunca disseram eu te amo,
Não deixe de acreditar no amor, mas certifique-se
Aproveite ao máximo seus momentos de felicidade,
Tenha sempre em mente que às vezes tentar
Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes
Não procure querer conhecer seu futuro antes da hora,
sábado, abril 08, 2006
Esperança

"Há momentos onde o cansaço excede a esperança de estar em paz.Há momentos onde a tristeza alcança a doce alegria que nos acompanha. Há momentos onde a desistência fala mais alto, restando-nos o vazio, a espera. Há momentos onde somos obrigados a dar limites, quando na realidade gostaríamos de seguir livres pelos caminhos que escolhemos. Há momentos onde falar mais alto parece ser mais importante que calarmos na doçura do silêncio e da compreensão. A paz não é vazia, anterior a ela existe um longo aprendizado, por isto a necessidade de tantos momentos vividos... Dá alívio saber que nada é para sempre. Dá alegria saber que tudo é passível de mudanças. Dá tranqüilidade saber que podemos aprender e reaprender, lapidando dia a dia a pedra bruta que oculta o diamante que trazemos dentro de nós. Renascer a cada momento, eis a fonte da onde brota o conhecimento tão necessário para que possamos seguir cada vez mais confiantes e serenos"





