quinta-feira, julho 17, 2008

SEXY


Cozinhar é
sexy!

Ingredientes frescos, auma pitada de criatividade e um toque de ousadia. Tudo regado com um bom vinho, num ambiente especial. Cozinhar pode ser uma forma de dizer "Amo-te" ou "Desejo-te". É o prazer de dar prazer.

Comida e sensualidade andam de braços dados.

E sobre isso não restam duvidas. No amor e á mesa, os sentidos estão em estado de alerta, aguçados, prontos para a descoberta e para o prazer.

"Tudo tem a ver estarem juntos.
A sensualidade está ligada à parte emocional, à sensualidade, aos cinco sentidos".

quinta-feira, julho 03, 2008

CANSAÇO


Não, não é cansaço...

É uma quantidade de desilusão

Que se me entranha na espécie de pensar,

E um domingo às avessas

Do sentimento,

Um feriado passado no abismo...

Não, cansaço não é...

É eu estar existindo

E também o mundo,

Com tudo aquilo que contém,

Como tudo aquilo que nele se desdobra

E afinal é a mesma coisa variada em cópias iguais.

Não. Cansaço por quê?

É uma sensação abstrata

Da vida concreta —

Qualquer coisa como um grito

Por dar,

Qualquer coisa como uma angústia

Por sofrer,

Ou por sofrer completamente,

Ou por sofrer como...

Sim, ou por sofrer como...

Isso mesmo, como...

Como quê?...

Se soubesse, não haveria em mim este falso cansaço.

(Ai, cegos que cantam na rua,

Que formidável realejo

Que é a guitarra de um, e a viola do outro, e a voz dela!)

Porque oiço, vejo.

Confesso: é cansaço!...




Álvaro de Campos




quarta-feira, junho 25, 2008

OLHAR ...

Os olhos são espelhos d´alma...
Ambos emanam nossos sentimentos...
Nossos olhos demonstram o que pensamos; e nunca escondem o que sentimos... É quase impossível mentir olhando nos olhos, pois nosso olhar nos expõe excessivamente ao outro.
Um olhar é capaz de dizer tudo sem precisar de uma única palavra...
De nosso olhar, emanamos nossas vibrações e nossos sentimentos ao nosso foco...
Vemos, tudo o que acontece a nossa volta; mas só enxergamos as coisas que queremos ver.
Experimente reler um livro após alguns anos; Irá te chamar a atenção, vários trechos que anteriormente lhe passaram despercebidos...
O livro ainda é o mesmo; você leu as mesmas coisas daquela vez; mas hoje, sua percepção mudou, revelando informações que antes estavam além de seu entendimento.
Os amantes olham-se nos olhos, porque se entregam; e não estão escondendo nada um do outro. Chegam até a "ler" os pensamentos, tamanha a sintonia de seus sentimentos....
Quando se amam, se olham mais nos olhos, sempre buscando os sentimentos do outro. É muito simples saber se alguém nos ama...
Basta olhar em seus olhos e teremos a certeza...
Difícil para nós é aceitar isso, chegamos até a ver mas sem conseguir enxergar... Os olhos transparecem tudo o que sentimos, e poucas pessoas observam esse mero detalhe.
Um olhar mexe com nossos sentimentos, chegando a nos provocar choques...
O "poder" pessoal de cada um pode ser percebido pela sua maneira de olhar... Existe muita gente que se incomoda de ser olhada nos olhos, sentem-se como se estivessem sendo invadidas em sua intimidade...
De certa forma, é um tipo de invasão...
Inconscientemente, essa pessoas temem que descubram as tantas coisas que elas escondem do mundo; e, provavelmente, também escondem de si mesmas. É uma sensação pavorosa, correr o risco de que, nossos tão bem guardados segredos, possam revelar-se diante de um "invasor", que atreve-se a nos olhar nos olhos...
Tentando descobrir o que não desejamos que descubram.
Nosso olhar revela quem somos...
Os olhos brilham quando estamos alegres; e buscam o chão quando estamos tristes...
Um olhar pode determinar uma sentença de vida ou de morte...
Um olhar pode demonstrar repulsa ou atração...
É pelo nosso olhar que entendemos o mundo a nossa volta; para que possamos formulá-lo e interagir com ele.
Um órgão cheio de mistérios; pois capta, ao mesmo tempo que transmite, uma larga escala de energias...
Os ditos populares: "Ver como bons olhos." e "Olho gordo." ou "Olho grande."... Tem sentidos além de suas metáforas...
Um olhar, acolhe, constrange, pune, consente, condena, castiga, incentiva....
Um olhar é o suficiente para demonstrarmos o que estamos sentindo....
Um olhar diz quem você é. Enxergamos aquilo que focamos; e só vemos o que nossas consciência está preparada para ver...
Todos vêem, mas poucos enxergam... Nossos olhos dizem, sem palavras, as coisas que sentimos.
Vemos o mundo a partir de nossa visão...
Nosso "olhar" sobre o mundo determina tudo o que podemos captar e aprender dele, para podermos interagir com ele em nossas atitudes. Demonstramos nossos sentimentos à todos em que olhamos...
Nosso olhar revela nossa intimidade, tornando evidente o que normalmente ocultamos...
A porta de entrada e saída do seu humano...
De seu ambiente interno, para o ambiente externo...
Está apenas em nosso olhar.
Precisamos nos olhar mais...
Se realmente quisermos realizar a fraternidade em nosso mundo. Precisamos enxergar melhor as tantas oportunidades que a vida nos oferece, enquanto fechamos nossos olhos às coisas mais óbvias da vida...
Precisamos nos harmonizar com nosso meio para podermos transformá-lo de modo positivo. Os problemas e as soluções, estão dentro de cada um de nós..
Alex Marq

sexta-feira, maio 09, 2008

Quem sou eu?

Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é" - Caetano Veloso

Ler esta frase ou ouvi-la sempre me fez pensar sobre : Quem sou eu ?

Como responder a esta pergunta sem olhar para todo o eu que fui e todo o eu que sonhei ser, ou ainda, ao eu que gostava de ser mas que de todo continuo a fazer o meu melhor para sê-lo.

Olhando para o passado vejo que ouveram muitos "eus" dentro de mim que precisaram vir ao de cima para eu poder perceber com maior clareza o eu que gostava de ser. Precisei tropeçar nos meus medos e egos, nas minhas sombras para poder perceber que existiam e que poderiam fazer da minha vida um eterno andar em círculos ou servirem de degraus para os próximos passos em direcção ao que descobri queria ser.

O tempo do verbo é mesmo este :"queria". Já que ao longo do caminho fui mudando e mudando e mudando, e as muitas mudanças deram origem ao processo de descascar as várias camadas dos "euzinhos".

Ouvi de muitas bocas : pensei que já tinha tratado disto ou isto é assunto resolvido.

Ouvi-me dizer as mesmas frases também cada vez que alguém ou algo me fazia defrontar com os padrões que tinha trabalhado tanto para transformar ou largar de vez na esperança deles desaparecerem.

Bem, feliz ou infelizmente quando começamos o processo do descascar as camadas dos "euzinhos" é um aprofundar de tudo sempre.

Por exemplo, quando queremos trabalhar o perdão começamos por primeiro limpar a "raiva" ou "mágoa" associadas a(s) pessoa(s) ou situação(s).

Quando finalmente conseguimos olhar para "aquele(a) tipo" e pensar que ele(a) já não me desperta raiva ou nenhum dos sentimentos "pesados" relacionados a ele anteriormente é o começar de toda uma "revolução" interna e externa.

Depois de não "sentirmos" precisamos aprender o processo seguinte que é o da compreensão e compaixão, que nesta fase é conseguir se colocar no lugar do outro e ver tudo através do ponto de vista dele(a). Nem sempre é fácil fazer isto, em especial porque nem sempre temos os mesmos conceitos que o outro(a) tem e que o(a) fez agir de tal forma.

Mas quando chegamos neste patamar, começamos a abrir o nosso coração e quanto mais abrimo-nos a isto, mais sentimos compaixão e de repente esta compaixão se transforma em perdão, aceitação... amor.

Para cada lição ou acontecimento ou pessoa é um novo desafio de aprender as mesmas lições de distintas maneiras e em graus cada vez mais profundos.

É desta maneira que vamos "descascando" as nossas camadas, que vamos nos tornando no que queremos ou sentimos ser a nossa "essência".

Por isto aprendemos a todo instante a ser quem desejamos ser, e neste processo muitas vezes vamos de novo nos deparar com os "euzinhos" e nem por isto devemos achar que "evoluímos" pouco. Nada disto, quanto mais os "euzinhos" aparecerem mais firme deve ser a sua vontade de transformar a si mesmo, porque eles só se rebelam quando sentem que estão perdendo terreno, ou seja, estão tendo cada vez menos poder sobre nós "euzinhos".

Um dia em fim vamos chegar ao nosso cerne e descobrir o ser lindo que somos todos e que as "sombras" dos "euzinhos" eram necessárias para crescermos e verificarmos que podemos tudo.

Por isto, é que somente cada um de nós sabe a própria delícia de ser o que se é.

Mesmo que tudo esteja parecendo andar ao contrário do que se quer, acredita que estamos no lugar certo, no momento certo e fazendo o que é suposto estarmos fazendo neste exato momento.

Só precisamos de parar um pouco e saber apreciar, validar, o que já fomos, o que somos e todo o trabalho já feito. Depois é seguir o nosso caminho em direção ao que verdadeiramente somos, o nosso : Eu Sou !

E lembra somos deuses em ação !

Somos tudo o que "acreditarmos" ser e vivemos tudo o que "acreditamos" precisar viver."


quinta-feira, abril 24, 2008

Adeus

Espectacular e uma grande lição de vida,
de força e de luta, invejável até,
não é pra todos,
sei que no lugar dele não reagiria assim.

sexta-feira, abril 18, 2008

OBRIGADO

Obrigado...
Porque não só me aceitaste como era,
como estavas disposta a aceitar-me
fosse eu como fosse.
Porque dirias "o meu filhinho"
mesmo que eu tivesse
nascido deformado
e me contarias histórias
ainda que eu tivesse nascido sem orelhas.
E me levarias ao colo mesmo
que eu fosse leproso.
E, mesmo com tudo isso,
me mostrarias com orgulho às tuas amigas.
Porque seria sempre o teu bebé lindo .


segunda-feira, março 24, 2008

ESPERAR


"Quando se ama alguém,
tem-se sempre tempo para essa pessoa.
E se ela não vem ter conosco,
nós esperamos.
O verbo esperar torna-se tão imperativo
como o verbo respirar.
A vida transforma-se numa estação
de comboios e o vento anuncia-nos a
chegada antes do alcance do olhar.
O amor na espera ensina-nos
a ver o futuro, a desejá-lo,
a organizar tudo para que ele seja possível.
É mais fácil esperar do que desistir.
É mais fácil desejar do que esquecer.
É mais fácil sonhar do que perder.
E para quem vive a sonhar,
é muito mais fácil viver.”
Margarida Rebelo Pinto in Diário da tua Ausência

quinta-feira, março 13, 2008

A vida e a morte


A vida é uma merda quando vemos que somos impotentes quando a morte chega. Quando vemos alguém próximo que morre lentamente e nós, impotentes, nada podemos fazer.
Que merda de poder temos? Será que somos mesmo seres superiores. A nossa superioridade nem sequer nos serve para contornarmos o nosso fim. Não que eu tenha medo da morte. Para mim, este “medo” aumenta exponencialmente quando penso em pessoas que me estão próximas. Eu que nem sequer acredito em algo posterior à morte. Isso é, na minha opinião, uma fábula que os humanos contam para evitar esta dura realidade. Resta-me saber que posso em vida fazer obras para os que hão-de vir.
Por isso nunca deixem de dizer que gostam das pessoas porque pode muito bem ser a última vez que lhe podem dizer. Não deixem nada por fazer. "Carpe diem"

AS VEZES


"Às vezes é preciso aprender a perder, a ouvir e não responder, a falar sem nada dizer, a esconder o que mais queremos mostrar, a dar sem receber, sem cobrar, sem reclamar. Às vezes é preciso respirar fundo e esperar que o tempo nos indique o momento certo para falar e então alinhar as ideias, usar a cabeça e esquecer o coração, dizer tudo o que se tem para dizer, não ter medo de dizer não, não esquecer nenhuma ideia, nenhum pormenor, deixar tudo bem claro em cima da mesa para que não restem dúvidas e não duvidar nunca daquilo que estamos a fazer.
Porque quem parte é quem sabe para onde vai, quem escolhe o seu caminho e mesmo que não haja caminho porque o caminho se faz a andar, o sol, o vento, o céu e o cheiro do mar são os nossos guias, a única companhia, a certeza que fizemos bem e que não podia ser de outra maneira. Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar. Até se conformar e um dia então ESQUECER."
Às vezes - As Crónicas da Margarida, Margarida Rebelo Pinto

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

AMIGOS 2

Existem pessoas nas nossas vidas que nos fazem felizes
pela simples casualidade de terem cruzado o nosso caminho.
Algumas percorrem o caminho ao nosso lado vendo muitas
luas passar, outras apenas vemos entre um passo e outro.
A todas chamamos amigos e há muitas classes deles.
Talvez cada folha de uma árvore represente um dos
nossos amigos…
O primeiro que nasce é o nosso amigo pai e a nossa
amiga mãe que nos mostra o que é vida.
Depois vêem eventualmente os nossos amigos irmãos,
com quem dividimos o nosso espaço para que possam
florescer como nós.
Passamos a conhecer toda a família de folhas a quem
respeitamos e desejamos o bem.
Mas o destino apresenta-nos outros amigos que não
sabíamos que iriam cruzar-se no nosso caminho, a muitos
deles chamamos amigos da alma, do coração, são sinceros,
são verdadeiros, sabem quando estamos bem e o
que nos faz feliz.
Mas também há aqueles amigos de passagem, que nos que
nos colocam, sorrisos no rosto durante o tempo que
estamos com eles.
Falando desse assunto não podemos esquecer os amigos
distantes, aqueles que estão na “ponta do ramo” e que
quando o vento sopra aparecem entre uma folha e outra…
O tempo passa, o verão vai-se o Outono aproxima-se e
perdemos algumas das nossa folhas, algumas nascem no
outro verão, outras permanecem por algumas estações.
Mas o que nos deixa mais felizes é que as folhas que
caíram continuam junto ao tronco alimentando a nossa raiz.
São recordações de momentos maravilhosos de quando se
cruzaram no nosso caminho…
Cada pessoa que passa pela nossa vida é única …
Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós.
Haverá os que levam muito, mas não haverá os que não nos
deixam nada…
Esta é a maior responsabilidade da nossa vida...
é a prova evidente de que duas almas não se
encontram por casualidade.

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Da nossa boca, se não palavras ...

Dobrei a palavra num ângulo recto,
na rectidão de ser apenas linha no firmamento.
Na utopia,
finjo que existo, imito o ar seco dos meus dias,
no fumo de um cigarro.
No enovelado de sombras,
sem rumo, rebusco a hora inacabada
onde dorme a revolução desnecessária, assassinadas
chamas cintilantes dos voos de andorinhas.
Fecho os olhos, mordo as estrelas na carne já azul
de um mar a sul do teu olhar.
Nos cilícios dos corvos negros encontro os teus gestos
e os temores da onda em cicatrizes rugentes da minha pele.
Da nossa boca, se não palavras,
despontam agora contundentes seculares raízes.
Mel de Carvalho

terça-feira, fevereiro 19, 2008

Amar dentro do peito...


Amar dentro do peito uma donzela;
Jurar-lhe pelos céus a fé mais pura;
Falar-lhe, conseguindo alta ventura,
Depois da meia-noite na janela:
Fazê-la vir abaixo, e com cautela
Sentir abrir a porta, que murmura;
Entrar pé ante pé, e com ternura
Apertá-la nos braços casta e bela:
Beijar-lhe os vergonhosos, lindos olhos,
E a boca, com prazer o mais jucundo,
Apalpar-lhe de leve os dois pimpolhos:
Vê-la rendida enfim a Amor fecundo;
Ditoso levantar-lhe os brancos folhos;
É este o maior gosto que há no mundo.
Bocage






quinta-feira, fevereiro 07, 2008

In Nomine Dei

Clica na foto

É mais uma experiência do autor no campo dramático. Só que se trata de uma experiência diferente pois tinha um objectivo, também ele diferente: seria a base para o libreto de uma ópera a exibir na Alemanha, de onde também surgiu o inesperado convite para Saramago mergulhar num episódio histórico marcado pela tragédia: o dos Anabaptistas em Münster.
Passada a surpresa inicial por este convite, Saramago acabou por aceitar. Percebendo-se porquê: o tema permitia-lhe abordar uma questão que lhe é muito grata, a da intolerância religiosa e do escândalo causado pelas guerras «fraticidas» entre cristãos de tendências diversas. Tema, aliás, já focado em obras anteriores e especialmente no controverso Evangelho segundo Jesus Cristo.
Vejamos o que o autor escreveu como apresentação de In Nomine Dei:
« Entre o homem, com a sua razão, e os animais, com o seu instinto quem afinal, estará mais bem dotado para o governo da vida? Se os cães tivessem inventado um deus, brigariam por diferenças de opinião quanto ao nome e dar-lhe, Perdigueiro fosse, ou Lobo-d'Alsácia? E, no caso de estarem de acordo quanto ao apelativo, andariam, gerações após gerações, a morder-se mutuamente por causa da forma das orelhas ou do tefado da causa do seu canino deus?»
«Que não sejam estas palavras tomadas como uma nova falta de respeito às coisas da religião, a juntar à Segunda Vida de Francisco de Assis e ao Evangelho segundo Jesus Cristo. Não é culpa minha nem do meu discreto ateísmo se em Münster, no século XVI, como em tantos outros tempos e lugares, católicos e protestantes andaram a trucidar-se uns aos outros em nome do mesmo Deus - In Nomine Dei- para virem a alcançar, na eternidade, o mesmo Paraíso. Os acontecimentos descritos nesta peça representam, tão-só, um trágico capítulo da longa e, pelos vistos, irremediável história da intolerância humana. Que leiam assim, e assim o entendam, crentes e não crentes, e farão, talvez, um favor a si próprios. Os animais, claro está, não precisa.»(...)"
Informação retirada d' In Nomine Dei, Lisboa, Editorial Caminho, 1993

A Segunda Vida de Francisco de Assis

"O que o lobo disse a S. Francisco de Assis:
Podes chamar-me irmão,
se fazes gosto nisso,
mas não me peças que trate eu a ovelha
como se fosse minha irmã."
in A Segunda Vida de Francisco de Assis, Lisboa, Editorial Caminho, 1987

quinta-feira, janeiro 31, 2008

“Cada pessoa que passa na nossa vida,
passa sozinha,
porque cada pessoa é única
e nenhuma substitui a outra.
Cada pessoa que passa pela nossa vida
passa sozinha,
não nos deixa só,
porque deixa um pouco de si
e leva um pouquinho de nós.
Essa é a mais bela responsabilidade
da vida e a prova de que
as pessoas não se encontram por acaso.”
charlie-chaplin

terça-feira, janeiro 29, 2008

clica na foto

“O beijo é um modo cómodo e
muito agradável de se
interromper uma conversa
na qual as palavras não são suficientes.”
“Há momentos na vida em que nos devíamos calar…
e deixar que o silêncio falasse ao coração;
Pois há sentimentos que a linguagem não expressa…
e há emoções que as palavras não sabem traduzir…”