“As lágrimas não são aquelas que saem dos olhos e rolam pelo rosto mas são aquelas que saem do coração e descem a alma.”
quarta-feira, junho 25, 2008
OLHAR ...
sexta-feira, maio 09, 2008
Quem sou eu?
Ler esta frase ou ouvi-la sempre me fez pensar sobre : Quem sou eu ?
Como responder a esta pergunta sem olhar para todo o eu que fui e todo o eu que sonhei ser, ou ainda, ao eu que gostava de ser mas que de todo continuo a fazer o meu melhor para sê-lo.
Olhando para o passado vejo que ouveram muitos "eus" dentro de mim que precisaram vir ao de cima para eu poder perceber com maior clareza o eu que gostava de ser. Precisei tropeçar nos meus medos e egos, nas minhas sombras para poder perceber que existiam e que poderiam fazer da minha vida um eterno andar em círculos ou servirem de degraus para os próximos passos em direcção ao que descobri queria ser.
O tempo do verbo é mesmo este :"queria". Já que ao longo do caminho fui mudando e mudando e mudando, e as muitas mudanças deram origem ao processo de descascar as várias camadas dos "euzinhos".
Ouvi de muitas bocas : pensei que já tinha tratado disto ou isto é assunto resolvido.
Ouvi-me dizer as mesmas frases também cada vez que alguém ou algo me fazia defrontar com os padrões que tinha trabalhado tanto para transformar ou largar de vez na esperança deles desaparecerem.
Bem, feliz ou infelizmente quando começamos o processo do descascar as camadas dos "euzinhos" é um aprofundar de tudo sempre.
Por exemplo, quando queremos trabalhar o perdão começamos por primeiro limpar a "raiva" ou "mágoa" associadas a(s) pessoa(s) ou situação(s).
Quando finalmente conseguimos olhar para "aquele(a) tipo" e pensar que ele(a) já não me desperta raiva ou nenhum dos sentimentos "pesados" relacionados a ele anteriormente é o começar de toda uma "revolução" interna e externa.
Depois de não "sentirmos" precisamos aprender o processo seguinte que é o da compreensão e compaixão, que nesta fase é conseguir se colocar no lugar do outro e ver tudo através do ponto de vista dele(a). Nem sempre é fácil fazer isto, em especial porque nem sempre temos os mesmos conceitos que o outro(a) tem e que o(a) fez agir de tal forma.
Mas quando chegamos neste patamar, começamos a abrir o nosso coração e quanto mais abrimo-nos a isto, mais sentimos compaixão e de repente esta compaixão se transforma em perdão, aceitação... amor.
Para cada lição ou acontecimento ou pessoa é um novo desafio de aprender as mesmas lições de distintas maneiras e em graus cada vez mais profundos.
É desta maneira que vamos "descascando" as nossas camadas, que vamos nos tornando no que queremos ou sentimos ser a nossa "essência".
Por isto aprendemos a todo instante a ser quem desejamos ser, e neste processo muitas vezes vamos de novo nos deparar com os "euzinhos" e nem por isto devemos achar que "evoluímos" pouco. Nada disto, quanto mais os "euzinhos" aparecerem mais firme deve ser a sua vontade de transformar a si mesmo, porque eles só se rebelam quando sentem que estão perdendo terreno, ou seja, estão tendo cada vez menos poder sobre nós "euzinhos".
Um dia em fim vamos chegar ao nosso cerne e descobrir o ser lindo que somos todos e que as "sombras" dos "euzinhos" eram necessárias para crescermos e verificarmos que podemos tudo.
Por isto, é que somente cada um de nós sabe a própria delícia de ser o que se é.
Mesmo que tudo esteja parecendo andar ao contrário do que se quer, acredita que estamos no lugar certo, no momento certo e fazendo o que é suposto estarmos fazendo neste exato momento.
Só precisamos de parar um pouco e saber apreciar, validar, o que já fomos, o que somos e todo o trabalho já feito. Depois é seguir o nosso caminho em direção ao que verdadeiramente somos, o nosso : Eu Sou !
E lembra somos deuses em ação !
Somos tudo o que "acreditarmos" ser e vivemos tudo o que "acreditamos" precisar viver."
quinta-feira, abril 24, 2008
sexta-feira, abril 18, 2008
OBRIGADO
segunda-feira, março 24, 2008
ESPERAR

quinta-feira, março 13, 2008
A vida e a morte

Que merda de poder temos? Será que somos mesmo seres superiores. A nossa superioridade nem sequer nos serve para contornarmos o nosso fim. Não que eu tenha medo da morte. Para mim, este “medo” aumenta exponencialmente quando penso em pessoas que me estão próximas. Eu que nem sequer acredito em algo posterior à morte. Isso é, na minha opinião, uma fábula que os humanos contam para evitar esta dura realidade. Resta-me saber que posso em vida fazer obras para os que hão-de vir.
Por isso nunca deixem de dizer que gostam das pessoas porque pode muito bem ser a última vez que lhe podem dizer. Não deixem nada por fazer. "Carpe diem"
AS VEZES

"Às vezes é preciso aprender a perder, a ouvir e não responder, a falar sem nada dizer, a esconder o que mais queremos mostrar, a dar sem receber, sem cobrar, sem reclamar. Às vezes é preciso respirar fundo e esperar que o tempo nos indique o momento certo para falar e então alinhar as ideias, usar a cabeça e esquecer o coração, dizer tudo o que se tem para dizer, não ter medo de dizer não, não esquecer nenhuma ideia, nenhum pormenor, deixar tudo bem claro em cima da mesa para que não restem dúvidas e não duvidar nunca daquilo que estamos a fazer.
Porque quem parte é quem sabe para onde vai, quem escolhe o seu caminho e mesmo que não haja caminho porque o caminho se faz a andar, o sol, o vento, o céu e o cheiro do mar são os nossos guias, a única companhia, a certeza que fizemos bem e que não podia ser de outra maneira. Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar. Até se conformar e um dia então ESQUECER."
Às vezes - As Crónicas da Margarida, Margarida Rebelo Pinto
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
AMIGOS 2
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
Da nossa boca, se não palavras ...
Na utopia,
No enovelado de sombras,
Fecho os olhos, mordo as estrelas na carne já azul
Da nossa boca, se não palavras,
Mel de Carvalho
terça-feira, fevereiro 19, 2008
Amar dentro do peito...

Bocage
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
In Nomine Dei
Clica na fotoVejamos o que o autor escreveu como apresentação de In Nomine Dei:
Informação retirada d' In Nomine Dei, Lisboa, Editorial Caminho, 1993
A Segunda Vida de Francisco de Assis
in A Segunda Vida de Francisco de Assis, Lisboa, Editorial Caminho, 1987
quinta-feira, janeiro 31, 2008
charlie-chaplin
terça-feira, janeiro 29, 2008
domingo, janeiro 27, 2008
segunda-feira, janeiro 21, 2008
PALAVRAS I
Palavras nuas que beijas
De repente coloridas
(O nome de quem se ama
Palavras que nos transportam















